TOURIST ROUTES IN EUROPE; ITINERAIRES TOURISTIQUES EN EUROPE; ITINERARI TURISTICI IN EUROPA; RUTAS TURÍSTICAS EN EUROPA; Touristische Routen in Europa; Туристические маршруты в Европе; ヨーロッパでの観光ルート ; TRASY turystycznych w Europie ; AVRUPA'DA TURİST ROTALAR ; ТУРИСТИЧКЕ путева у Европи; الطرق السياحية في أوروبا ; DU LỊCH ĐƯỜNG Ở CHÂU ÂU ; Pelancong LALUAN DI EROPAH; תיירות בקווים באירופה ; Turistické trasy V EVROPĚ; 유럽에 관광 노선 ; 在欧洲的旅游线路 ; مسیر های گردشگری در اروپا ;
quarta-feira, 24 de março de 2010
segunda-feira, 22 de março de 2010
POESIA DA IRA - TRAFICO DE INFLUÊNCIAS, ASSASSÍNIO SILENCIOSO
O CRIME DOS FAVORES ( A CUNHA)
Mas que triste realidade
É mesmo uma tradição
Tem tal intensidade
A cunha é uma instituição
Promove a falsidade
Premeia a inacção
Cerceia a liberdade
Torpedeia a creação
Usa-se em qualquer idade
E em toda a situação
É uma calamidade
É a bestialidade em acção
E quem tinha qualidade
Só lhe resta a frustação
Roubam-lhe a oportunidade
Incríveis esforços em vão
Imbecis de especialidade
A cunha de formação
Manobram com boçalidade
Altos cargos da Naçao
Mete-se com leviandade
É um acto de perversão
É crime , uma barbaridade
Que merecia punição
Transforma a feia em beldade
Faz , de um polícia , um ladrão
Faz ,do cretino, uma sumidade
Consegue uma absolvição
Estimula a mediocridade
Não é mais que corrupção
Diminui a produtividade
É tráfico e extorsão
De grande transversalidade
De geração em geração
Fomenta a incredulidade
É vergonha e maldição
Castra a mocidade
Promove a desmotivação
O mérito é uma inutilidade
Inibe a imaginação
A ignorante obesidade
Em lugares de eleição
Fruto da imoralidade
Tem direito a beija-mão
Desfaz sonhos e a felicidade
Provoca a indignação
Emigra a individualidade
Instala-se a devassidão
Mas é uma calamidade
É uma afronta à razão
Ver com que impunidade
A tudo deita a mão
Apregoam a moralidade
Têem a cunha por função
Distribuem com facilidade
Os frutos da sua traição
E como ultima vontade
Cunha-se coveiro e sacristão
Nem na morte há igualdade
Chovem cunhas no caixão
E tem tranquilidade ?
Quem semeia a humilhação
Quem vive da iniquidade
Que é da cunha , a podridão
Filhos da cunha , piedade
Dispam-se da presunção
Sois párias da sociedade
Sois pecado sem remissão
Não há mais que uma verdade
Quem a mete é um ladrão
Distorce , engana , é maldade
Quem a aceita é vilão
Creio na igualdade
E na justa retribuição
Foi desejo da divindade
Promover a competição
Que estimula a vontade
Que conduz à evolução
Que ajuda a humanidade
Na busca da perfeição
sexta-feira, 19 de março de 2010
A ERUPÇÃO
A ERUPÇÃO
Despontou a madrugada
Permanece a indecisão
Que fazer na encruzilhada
Do amor em exaustão
Sou o imponente vulcão
Explodiu , tarde azarada
As lagrimas em ebulição
São a lava inflamada
Escapa-se em turbilhão
E corre descontrolada
Alimentando a depressão
Em minha mente instalada
É profunda a estocada
Com a lamina da decepção
Foi a alma trespassada
Destruido o coração
E não restando mais nada
Aguarda-me a solidão
E a esperança em debandada
Dá lugar á frustação
Despontou a madrugada
Permanece a indecisão
Que fazer na encruzilhada
Do amor em exaustão
Sou o imponente vulcão
Explodiu , tarde azarada
As lagrimas em ebulição
São a lava inflamada
Escapa-se em turbilhão
E corre descontrolada
Alimentando a depressão
Em minha mente instalada
É profunda a estocada
Com a lamina da decepção
Foi a alma trespassada
Destruido o coração
E não restando mais nada
Aguarda-me a solidão
E a esperança em debandada
Dá lugar á frustação
quinta-feira, 18 de março de 2010
BRILHA O SOL
Tens harmonia na voz
O sol brilha em teu olhar
O teu sorriso a embalar
Meu coração, casca de nós
Tens harmonia na voz
O sol brilha em teu olhar
O teu sorriso a embalar
Meu coração, casca de nós
POUSOU O AMOR, VOOU A PAIXÃO
| VOOU A PAIXÃO, POUSOU O AMOR |
É o descontentamento
Quase se perde a razão
Quase se perde a razão
É um infindo tormento
Será amor ou paixão?
É paixão certamente
Que o amor não é assim
A paixão é tão-somente
Um pesadelo sem fim
O amor é respirar
É o tranquilo adormecer
A paixão é sufocar
O frenesim, a alma a arder
Estejas longe, estejas perto
É amor, estou em sossego
Mas foi a sede no deserto
Foi paixão, desassossego POEMAS DO DESESPERO - AMOR DE PERDIÇÃO
É oportunidade, a vida
Por a perder se vai pagar.
Evoluindo, ao ser vivida
Pecado, não a desfrutar.
Pensando que se está a amar
E que se é muito querida
Pode-se estar a cortar
As asas a outra vida
Impedindo-a de voar
É uma ave ferida
É o amor a sacrificar
É uma oportunidade perdida
Dedicada a todas as mães super protectoras
quarta-feira, 17 de março de 2010
POESIA DO DESESPERO - TEUS OLHOS CINZENTOS
Em teus olhos cinzentos
Ainda me perco e deleito
Não te faltarão talentos
Teu corpo belo, perfeito
Frustrantes, os meus intentos
Que terei perdido o preito
E já me faltam argumentos
Para reconquistar teu leito
Meus lábios dos teus sedentos
Tristeza pelo amor desfeito
Porquê tais padecimentos ?
Era teu amor contrafeito ?
O tempo que resta é estreito
Para recordar os momentos
Tua cabeça em meu peito
Mergulhada em pensamentos
Inúteis são teus lamentos
Todo o mal já está feito
É a vez dos sofrimentos
E eu assim, sem jeito
VITÓRIA DE CUPIDO
VITÓRIA DE CUPIDO
Apagámos as fogueiras
Que entre nós atearam
Desmontámos ratoeiras
Que perfidamente montaram
Ignorámos as traiçoeiras
Ciladas que prepararam
Cerradas as nossas fileiras
Que nunca nos derrotaram
Derrubemos então barreiras
Que entre nós levantaram
Eliminemos as fronteiras
Que quase nos separaram
Ergamos, bem alto, bandeiras
Elas sempre celebraram
Histórias de amor, verdadeiras
Que sempre, sempre, vingaram
Com setas de Cupido, certeiras
Os amantes triunfaram
E em vistosas liteiras
Com emoção desfilaram
À frente de hostes guerreiras
Inimigos desbarataram
E em batalhas cimeiras
O amor sublimaram
Apagámos as fogueiras
Que entre nós atearam
Desmontámos ratoeiras
Que perfidamente montaram
Ignorámos as traiçoeiras
Ciladas que prepararam
Cerradas as nossas fileiras
Que nunca nos derrotaram
Derrubemos então barreiras
Que entre nós levantaram
Eliminemos as fronteiras
Que quase nos separaram
Ergamos, bem alto, bandeiras
Elas sempre celebraram
Histórias de amor, verdadeiras
Que sempre, sempre, vingaram
Com setas de Cupido, certeiras
Os amantes triunfaram
E em vistosas liteiras
Com emoção desfilaram
À frente de hostes guerreiras
Inimigos desbarataram
E em batalhas cimeiras
O amor sublimaram
DESPERTAR A DOIS
DESPERTAR A DOIS
É a ânsia de te amar
De manhã ao anoitecer
Por ti vivo a suspirar
Sem ti é de endoidecer
Em teus braços adormecer
Com os teus seios sonhar
Junto a ti despertar
Que mais poderia merecer ?
Com teu corpo delirar
De tua boca receber
Ar puro e respirar
Energia e renascer
Com teus cabelos tecer
Tranças para me embalar
Mantas para me aquecer
A mortalha que hei-de levar
Teus olhos a iluminar
Meu caminho a percorrer
Neles quero mergulhar
Com eles me vou proteger
É a ânsia de te amar
De manhã ao anoitecer
Por ti vivo a suspirar
Sem ti é de endoidecer
Em teus braços adormecer
Com os teus seios sonhar
Junto a ti despertar
Que mais poderia merecer ?
Com teu corpo delirar
De tua boca receber
Ar puro e respirar
Energia e renascer
Com teus cabelos tecer
Tranças para me embalar
Mantas para me aquecer
A mortalha que hei-de levar
Teus olhos a iluminar
Meu caminho a percorrer
Neles quero mergulhar
Com eles me vou proteger
segunda-feira, 8 de março de 2010
POEMAS DO DESESPERO - DORES, LÁGRIMAS, AFLIÇÃO
Perdi-te de madrugada
Tragado pela emoção
Já é longa a nossa estrada
E apelando à imaginação
Procuro, em vão, uma escada
Servia até um bordão
Que evite a derrocada
Que afaste a solidão
Que é uma ameaça velada
Prenúncio de devastação
É a derrota anunciada
Meu estandarte jaz no chão
Abandonado, na retirada
Já não induz à exaltação
É que é tal a cilada
Ou será imaginação ?
Cavalga desenfreada
Destrói o meu coração
Semeia , a desgraçada
Dores, lagrimas, aflição
E parece não haver nada
Que acalme o furacão
Que detenha a enxurrada
Que deu fruto, a depressão
Em que está mergulhada
Minha mente em ebulição
Pesadelos à desfilada
Em noites de inquietação
E a face transtornada
Em dias de agitação
É a tensão elevada
Aumenta a pulsação
Aguardo a estocada
Está ao rubro a emoção
Num ápice, vejo a espada
Sustenho a respiração
Passarei do tudo ao nada
Findará toda a acção
Ultima folha virada
Ensaio uma oração
É a alma desesperada
Em busca da redenção
E a vida, aproveitada ?
Resumo-a numa fracção
Mas eis que vinda do nada
Oh ! que fantastica visão
É o teu rosto de fada
Com minha alma na mão
É a vida ressuscitada
Com tua vara de condão
É a paz reencontrada
É o retorno à ilusão
Nos braços da minha amada
De tudo perco a noção
São a tranquila enseada
Ela é a minha paixão
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